Amor para recomeçar (sic)

chamei um amigfo budista - de verdade- para escrever aqui. Acho que será de muita valia sua persuasão intelectual e sua intencionalidade monástica a respeito.
quanto a mim, continuo no caminho. Adoro me chamar de budista, mas não sei até que ponto esta afirmação é verdadeira. um verdadeiro budista diria que talvez nunca saibamos, e que se faz budista no dia-a-dia. concordo plenamente, mas será que se eu não ficar nesta persuasão eu não deixo de lado uma importante característica budista - a saber: o desapego?
bem. creio que algo mais importante que as palavras e tradições, é o exercício do amor. no dia a dia, por toda a vida. sabendo que é infinito, e mesmo assim.
o amor, eu penso, ira curar todas as doenças. e o amor, eu sinto, é o único guia para uma vida plena. amar a si mesmo para amar os outros, e amar os outros para amar a si mesmo. amar a compreensão e o desleixo. amar o silêncio e a elocubração. Amor como fonte de desejos, e como fim dos mesmos desejos. amor de desapego, e amor de desenho. Amor.

o ano acaba e se mistura a ele esta sensação de começar tudo outra vez, àss vezes com remorso, às vezes com orgulho. Amor, precisamos, para não sentir nem um nem outro. Amor para que tudo se desfaça e faça-se outra vez.

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