sobre o dualismo

andava na fissura de álcool, ou alcalóide. designara um pseudônimo para si: pegador de tudo. e estivera tantas e tantas vezes frente à frente com esta condição que esquecera por completo que o nome era inventado: tornara-se fato
agora não sei um quê de peças se quebraram, rígidas como galho seco, ou plástico de videogame dos anos sessenta. olha a janela e pensa se realmente existira antes disso.
?ui=2&view=att&th=126be99eb94505d0&attid=0.1&disp=attd&realattid=ii_126be99eb94505d0&zw sua inspiração acabou, e o álcool não. sua libido começou sem perguntar-lhe por onde. olha a si mesmo com uma espécie de nojo e não mais entende o que siginifica fato em sua língua
arcaico, ele se sente a ponto de se tornar o pai que nunca teve. esperto, pronto a romper com as barreiras de suas belezas, sonhador.
sua mãe, cedê sua mãe que não aqui? coloca o polegar no umbigo. deita-se no chão e espera o amanhecer.
esperando, espera.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Seguidores